Engajamento e as atividades da qualidade

“Você pode tirar de mim as minhas fábricas, queimar os meus prédios, mas se me der o meu pessoal, eu construirei outra vez todos os meus negócios”. Sábio Henry Ford. Elas são o recurso mais valioso nas organizações. Mais do que qualquer máquina do parque fabril, mais do que os recursos financeiros ou naturais disponíveis, a empresa é reflexo das pessoas que a constroem. Desta forma, a gestão desse recurso é de vital importância para a sobrevivência da organização, bem como para a qualidade do bem ou serviço ofertado. Ainda mais quando se tem como imprescindível necessidade de integração do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) à estratégia da empresa, já abordada no artigo “A moderna ISO 9001”. Não é novidade que na incessante busca pela excelência, a qualidade só é possível se houver o envolvimento de todos, independentemente de funções, cargos, atividades ou salários. Envolver as pessoas na busca pelos objetivos da empresa não é tarefa fácil. Fazer com que se engajem também nas atividades de gestão da qualidade, fazê-las compreender sua importância, tê-las motivadas e focadas nisso é caminho mais que árduo. Notadamente, isso é influenciado também por fatores externos à organização e, portanto, que fogem ao seu domínio, tais como questões socioeconômicas, familiares e outras bastante específicas e individuais. Apesar disso, é papel da organização compreender tais questões para estabelecer uma estratégia visando o engajamento de todos. A isso chamamos “motivação”, palavra que vem do latim “emotivare”, de onde também tem origem a palavra “emoção”. E, tal qual a emoção, a motivação é algo interno, bastante específico e individual. O que emociona e motiva alguém a...